CURA DA AIDS – PROF. PEDRO VARGAS

CURA DA AIDS – PROF. PEDRO VARGAS

Cientistas americanos na universidade de Temple conseguiram pela primeira vez remover o vírus HIV, causador da Aids, do corpo de um camundongo cobaia utilizando uma técnica conhecida como CRISPR/Cas9.

Em que se baseia essa técnica?

Essa técnica se baseia no reconhecimento genético de uma molécula de RNA a um DNA específico, dessa forma, a molécula de RNA ligada ao DNA passa a funcionar como um marcador, no qual uma enzima, chamada Cas9, remove a parte do DNA marcado.

Esse reconhecimento ocorre graças à semelhança entre as bases nitrogenadas permitindo uma interação entre elas. Na pesquisa realizada, os cientistas removeram a parte do material genético do vírus HIV-1 do interior dos linfócitos. Lembrando que o vírus HIV perpetua o seu ciclo reprodutivo no interior das células de defesa do nosso corpo. Ao remover o DNA do vírus do interior das células do hospedeiro, essas células passaram a ser imunes a uma possível reinfecção.

De onde surgiu a ideia para essa técnica CRISPR/Cas9?

As bactérias possuem um sistema muito semelhante no qual elas utilizam bases nitrogenadas em repetições para indicar onde se encontra o seu verdadeiro material genético, ao serem infectadas por um vírus, essas sequencias passam a não ser mais as sequencias nas quais a bactéria poderia identificar e ela então utiliza uma outra enzima para remover o DNA do vírus que foi adicionado ao seu material genético.

Com o avanço do entendimento e funcionamento dessa técnica, muitas outras doenças como o câncer, por exemplo, poderão ser removidas do DNA do ser humano caso sejam identificadas com antecedência.

Vale lembrar também que a técnica é mais barata que os tratamentos convencionais que utilizam reconfigurações genéticas, o que torna ela ainda mais interessante.

Na Inglaterra, o uso da técnica em embriões já está sendo avaliado e possivelmente muitas doenças poderão ser resolvidas com a utilização da CRISPR/Cas9.

Veja o vídeo a seguir, no qual o professor Henrique E. Toma explica com detalhes a nova tecnologia desenvolvida:

https://www.youtube.com/watch?v=I-MmIL0DaaM&feature=youtu.be

Segundo o professor Toma, entre os benefícios do uso desse novo método para obtenção do cobre “está a possibilidade de executar todas as etapas em um único procedimento sequencial, no mesmo reator operando em condições ambientais, dispensando o tradicional uso de extração com solventes orgânicos, tratamentos ácidos e etapas de concentração, além de diminuir a produção de rejeitos”.

No vídeo, é possível observar que o cobre é extraído utilizando-se nanopartículas magnéticas (NPm) reutilizáveis, uma vez que os íons desse metal dissolvidos se ligam às NPm e essas são atraídas para a superfície de um eletrodo sob ação de um ímã.

Nessa perspectiva, percebe-se que grande parte dos alunos acredita ser necessário entender os aspectos gramaticais, preocupando-se em estudar as normas da língua. Contudo, apesar da relevância da gramática, não é o seu domínio que proporcionará, de fato, o aprendizado daquilo que é mais importante: a noção dos indivíduos enquanto seres comunicativos, que utilizam a linguagem, notadamente, para a interação social.

Assim, o Português precisa ser considerado em suas variações, assim como segundo as funções que possui em determinado contexto; é apropriado compreender a gramática apenas como uma aliada na enunciação, que contribuiu para a relação dos sujeitos e produção do saber.

A prova de Linguagens do Enem demonstra que é imperativo estar atento ao conhecimento de mundo, à interpretação dos fatos cotidianos, ao uso da língua como manifestação da voz que será empregada como um dos instrumentos para o exercício da cidadania e para a manifestação cultural.

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